
Comemoram-se hoje exactamente 99 anos da instauração da República em Portugal.
Culminar de um processo que se iniciou em 1908, quando um grupo de assassinos ligados à maçonaria e carbonária portuguesa, assassinaram, a tiros de gazalote, o Rei D. Carlos e o principe herdeiro, Luís Filipe, no Terreiro do Paço.
Nas vésperas do centenário deste acontecimento, temos de reflectir sobre o que este acontecimento, e o posterior advento da República, trouxeram a Portugal:
- De grande potência ultramarina, passámos a estado mundial ultra-periférico, que importa tudo e nada produz.
-Dependemos de Estados obtuosos, com interesses pouco claros e perigosos para poder subsistir. Temos até um 1ºministro, que se orgulha da relação que tem com José Eduardo dos Santos e Hugo Chavez.
-De elites empreendedoras e corajosas passámos a elites preguiçosas, acomodadas ao poder político que nada produzem de bom para o país. Temos o caso dos políticos profissionais, que sem qualquer convicção política, ou vontade de trabalhar, se alistam nas juventudes partidárias à espera que umas migalhas lhes caiam à boca.
-Deixámos de ter simbolos nacionais, ou de ter uma figura que agregasse todo o povo à sua causa: com a honrosa excepção do Professor Dr. Oliveira Salazar nenhum político desde esta malfadada data de 5 de Outubro de 1910, conseguiu agregar o seu povo. Pelo contrário, os políticos fomentam a quezilia interna, o partidarismo cego, e muitas vezes o separatismo.
Como vemos, talvez esta mudança radical de regime tenha sido boa para algumas familias.. Para a grande maioria do povo, seria possivel e desejável o retorno à velha política monárquica, que levou Portugal ao topo do mundo. Com uma República nestes moldes, só teremos tendência a afundar-nos ainda mais.
VIVA O REI, VIVA A MONARQUIA, FORA A REPÚBLICA DOS TACHISTAS.